O Itaú, em tempos de incentivo empresarial à sustentabilidade e sua exploração pelo marketing e publicidade, lançou uma campanha para instigar a não utilização de impressões bancárias. Mas o comercial, em que um bebê dá gargalhadas ao ver o pai rasgando um extrato bancário, gerou reação no setor gráfico do Brasil e desagradou a Associação Brasileira da Indústria Gráfica (ABIGRAF).
Mercado de celulose
Segundo estimativa da Bracelpa, realizada em dezembro de 2011, foram 14,2 milhões de toneladas de celulose produzidas no ano. A receita de exportação somou cerca de US$ 7,2 bilhões; elevação de 6,4% em relação a 2010.
Por Ana Carolina Lima
O Banco incentiva o não uso do papel e o formato eletronico para consulta dos extratos, mas não se pode usar um Smartphone nas agências devido a essa lei abusiva.
Se olharmos melhor, na almofada, se não me fale a memoria, o desenho das folhas são de maconha, se for seria mais um erro no comercial, fazendo apologia ao uso da mesma. Reparem bem, se eu estiver errado, me perdoem...
Claro que o objetivo do banco é reduzir os custos operacionais,o que, paralelamente,acaba por sobrecarregar o cliente sem que este tenha nenhuma contrapartida. Muito semelhante ao que está ocorrendo na briga pelas sacolinhas em supermercados, onde o consumidor ganhou nova incumbência sem vantagem econômica. E concordo com o comentário anterior, e o lixo cibernético pra onde vai?
A campanha do Itaú está de parabéns. Gostaria que o meu banco fizesse o mesmo. Quanto a declaração do presidente da Abigraf sobre o não corte de arvores nativas ele "está certo". Não há mais o que cortar. As que restaram são protegidas e NÃO PODEM SER CORTADAS.